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SEAL winter marksman - Estados Unidos

Atuação: Áreas de clima frio - 2026

A Instalação de Treinamento Naval em Clima Frio das Forças de Operações Especiais de Kodiak, é uma base da Marinha dos Estados Unidos perto de Kodiak, no Alasca, usada para treinar os SEALs. Lá são aprendidas técnicas de sobrevivência em regiões geladas e táticas avançadas em ambientes florestais e costeiros. A base abrange 55 acres em Spruce Cape e o treinamento é conduzido em toda a área circundante e na ilha vizinha de Long Island. Seis turmas de SEALs, com uma média de 40 alunos, vêm a Kodiak a cada ano para um curso de 28 dias. Os recrutas são enviados para lá após concluírem a seleção do Curso Básico de Demolição Subaquática e antes de serem designados para suas respectivas equipes (Teams). Em um campo de treinamento nos arredores de Fairbanks, os SEAL devem suportar uma mínima de -40°C durante um exercício. Em condições tão extremas, tudo é levado ao limite. As baterias descarregam. A umidade que se acumula dentro de um fuzil pode travar o ferrolho da arma, tornando-a inútil. O plástico se estilhaça com facilidade. E tudo congela. Isso inclui bolsas de sangue e soro fisiológico, obrigando os paramédicos militares a usar o calor do próprio corpo para proteger líquidos preciosos. Em qualquer ferimento sofrido nesse ambiente, a hipotermia pode se instalar em minutos. A perda significativa de sangue agrava o desafio. As ameaças espreitam por toda parte, até mesmo sob os pés. Alguns soldados treinam para navegar em geleiras, onde um passo em falso pode significar cair em uma fenda profunda e gelada, exigindo um resgate perigoso. Durante um exercício de treinamento inédito, helicópteros MH-47G Chinook enviaram SEALs, outros membros das forças de especiais e motos de neve para o terreno ártico para recuperar e entregar uma carga lançada de um avião C-130 Hercules ao submarino de ataque USS Hampton, que havia emergido da superfície gelada momentos antes. Esta foi a primeira vez que membros das forças de elite, aeronaves de operações especiais e motos de neve trabalharam juntos para executar uma operação envolvendo um submarino que emergiu através do gelo espesso tão profundamente no Círculo Polar Ártico. Forças especiais de outros países, incluindo Noruega, Canadá, Dinamarca e Reino Unido, também participaram do exercício, que se estendeu do Alasca, passando pelo Canadá e chegando à Groenlândia, para ajudar a integrar novas estratégias para um combate ideal no Ártico em temperaturas abaixo de zero. Embora este exercício no Círculo Ártico tivesse como objetivo familiarizar estas forças com operações complexas em terreno gelado, outros elementos do treinamento as desafiaram a se adaptar a uma região em constante mudança para desenvolver as habilidades necessárias para o combate nesse ambiente. Táticas Essenciais de Guerra no Ártico: Conexões Subaquáticas, onde os SEALs e comandos aliados realizam exercícios históricos onde submarinos de ataque rompem o gelo marinho. Os operadores usam motos de neve para entregar equipamentos, realizar transferências de materiais e executar saltos de paraquedas em queda livre diretamente nas placas de gelo; Patrulhas Costeiras, quando operando a partir dos diques de inundação de navios anfíbios, os SEALs usam veículos infláveis de combate e motos de neve para executar patrulhas táticas "sobre a praia"; Sobrevivência em Condições Climáticas Extremas, onde aprendem a operar em temperaturas tão baixas quanto -40°C exige exercícios de sobrevivência especializados, incluindo a construção de abrigos de neve, mergulho no gelo e a criação de zonas de pouso de emergência para helicópteros na tundra congelada.

Em um avião sobre a ilha Kodiak, Alasca, a uma altitude de 2.400 metros, seis SEALs estavam prestes a saltar de paraquedas na Baía Marmot, onde a temperatura da água estava pouco acima de zero. Para quem não está familiarizado com o assunto, isso pode parecer loucura. Seu bote inflável foi o primeiro a saltar, descendo ruidosamente pela rampa deste avião de transporte MC-130 Hercules antes de ser lançado pela parte traseira. Hora do salto. Um a um, eles se aproximaram da saída, viraram as costas para a vívida paisagem azul-esverdeada abaixo e saltaram, precipitando-se em direção a um pouso gelado na água. As forças de Operações Especiais americanas estão passando por uma grande transformação. Enquanto as poderosas forças armadas da Rússia e da China competem com os Estados Unidos pela supremacia no Ártico, região rica em recursos naturais, o Pentágono expandiu drasticamente seu foco em como seria uma guerra nessa região, um dos cenários mais traiçoeiros do planeta, e como suas unidades mais avançadas poderiam ser utilizadas contra uma ameaça direta ao território americano ou aos aliados da OTAN que habitam os climas mais frios da Europa. No inverno, equipes de SEALs, Boinas Verdes, o 160º Regimento de Aviação de Operações Especiais e outros militares de elite testam os limites impostos pela vasta e implacável região selvagem do Alasca, incluindo em Kodiak, um posto avançado castigado pelo vento na costa sul do estado, e em áreas de treinamento austeras nos arredores da cidade de Fairbanks. A conclusão alarmante, ficou imediatamente clara, é que qualquer conflito no extremo norte seria um pesadelo absoluto para aqueles enviados para combatê-lo. As tropas que desembarcaram na Baía de Marmot usavam trajes secos sob seus uniformes para se protegerem dos efeitos inevitáveis da submersão em águas abaixo de zero. Sem esse equipamento, uma pessoa que se deparasse com condições semelhantes estaria numa corrida contra a morte. O Ártico, que está aquecendo quatro vezes mais rápido do que o resto do mundo e se abrindo para atividades comerciais e militares como nunca antes, está evoluindo rapidamente e obrigando o Pentágono a acompanhar o ritmo, criando o potencial para competição e conflito entre Washington, Moscou e Pequim. Nos últimos anos, os russos reativaram instalações militares da era soviética em toda a região, reformando um conjunto de bases que supera em número a presença coletiva da OTAN na área. Uma parte substancial dos interesses em petróleo e gás que fazem da Rússia uma potência energética está localizada no Ártico, ladeada por submarinos com capacidade nuclear ancorados no Mar de Barents. A China também afirmou que seu status de "nação quase ártica" garante a Pequim influência na governança da região, já que as nações asiáticas também têm interesse nas commodities transportadas pela Rota Marítima do Norte. O Ocidente também intensificou sua atividade na região. Os cerca de 400 comandos dos EUA e da OTAN enviados ao Alasca como parte de um exercício anual constituíram o maior contingente de tropas de Operações Especiais já treinado nessa região. Outras tropas americanas treinaram simultaneamente na região ártica da Noruega como parte do maior exercício da aliança militar desde a Guerra Fria.

O comando SEAL apresentado aqui, tem a função tática de marksman (atirador designado), com a tarefa de fornecer fogo de precisão de médio alcance para proteger e estender o alcance tático do seu esquadrão. Diferente de um sniper isolado, o marksman atua integrado à patrulha, usando fuzis semiautomáticos (DMRs) para neutralizar ameaças rapidamente e apoiar a progressão da equipe. As principais responsabilidades e características táticas incluem: Integração no Esquadrão, ele avança lado a lado com os outros operadores, fornecendo uma resposta imediata a alvos de alto valor e combatentes inimigos em distâncias de até 600 metros; Poder de Fogo Rápido, ao contrário dos snipers tradicionais que usam fuzis de ferrolho (ação manual), o marksman utiliza fuzis semiautomáticos, o que permite disparos rápidos e sucessivos; e Extensão do Alcance, aumenta o raio de ação letal e de supressão da unidade em ambientes que exigem precisão além do alcance dos fuzis de assalto comuns, como o M4. Sua vestimenta, em grande parte é toda em camuflagem de inverno, otimizada para regiões de gelo ou neve, onde podemos observar a balaclava toda branca, óculos de neve Oakley Canopy, capacete Opscore Black Carbon, jaqueta Halys PCU L7 tipo 1, calça Halys PCU L7 tipo 1, botas de caminhada Asolo, capuz tático Viper, tiras de tecido camuflado para neve, colete tático multifuncional EI AOR1 MPCR com sistema MOLLE, Porta-carregadores EI AOR1 para munições 5.56, 7.62 e 9mm, bolsa utilitária médica,  mochila para rifle Eberlestock, bolsa de hidratação, faca tática SOG SEAL, luvas Mechanix, lanterna tática SF X300, pistola Sig P226 MK25 cal. 9mm e fuzil de precisão FN SCAR-H MK17 cal. 7.62mm equipado com supressor, luneta NIGHTFORCE NSX e mira de ponto vermelho Aimpoint T1.




 



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Apresentamos os protagonistas das principais guerras do século XX, com o relato de onde e como atuaram, seus uniformes, suas armas e seus atos de bravura e heroísmo em combate. Histórias fascinantes que levarão o visitante a participar como coadjuvante dos eventos em que elas ocorreram. Para conhecer detalhadamente cada um destes valorosos soldados de infantaria, fuzileiros navais, paraquedistas e comandos de forças especiais, basta clicar nas janelas acima, por especialidade ou pela ordem em que foram incluídos os artigos nesta seção.

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